O escritor argentino Rodolfo Enrique Fogwill morreu, em Buenos Aires, aos 69 anos. Estava internado num hospital por enfisema pulmonar. Além de romancista, escreveu poemas, contos, crónicas, ensaios e era colaborador do jornal “Perfil” onde escreveu a sua última crónica no dia 13 de Agosto.
Fogwill era, juntamente com César Aira e Ricardo Piglia, um dos escritores argentinos mais importantes da actualidade, depois da morte de Borges e de Cortázar nos anos 1980.
Autor de mais de 20 livros, de romances como “Los Pichiciegos” (que escreveu em seis dias durante a guerra das Malvinas com ajuda de 12 gramas de cocaína, diz o “El País”), “Muchacha punk”, “Urbana”, “La experiencia sensible” e “Runa”. Foi professor de sociologia na Universidade de Buenos Aires (de 1966/1973), depois dedicou-se à publicidade até 1983 e aos 39 anos dedicou-se à literatura. [publico.pt]