"acho que Emerson escreveu algures que uma biblioteca é uma espécie de caverna mágica cheia de mortos. e esses mortos podem renascer, podem voltar à vida quando abrimos as suas páginas." [BORGES, Jorge Luis in Este ofício de poeta]
Sexta-feira, 29 de Junho de 2012
Autor da semana: Maria Dulce Cardoso

Dulce Maria Cardoso nasceu em Trás-os-Montes, em 1964, na mesma cama onde haviam nascido a mãe e a avó. Tem pena de não se lembrar da viagem no Vera Cruz para Angola. Da infância guarda a sombra generosa de uma mangueira que existia no quintal, o mar e o espaço que lhe moldou a alma. Regressou a Portugal na ponte aérea de 1975.
Licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Lisboa, escreveu argumentos para cinema, gastou tempo em inutilidades. Também escreveu contos. [ler mais]

 

França condecora a escritora Dulce Maria Cardoso

 

A edição dos livros “Campo de Sangue” (2002), “Os Meus Sentimentos” (2005) e “Até Nós” (2008), já traduzidos em França e noutras línguas, valeu à escritora Dulce Maria Cardoso (n. 1964) a condecoração francesa de Cavaleira da Ordem das Artes e Letras.

O Ministério da Cultura francês justifica a distinção — a entregar em Lisboa, em data ainda a designar — pelo papel que a obra da escritora tem na “irradiação da cultura em França e no mundo”.

Criada em 1957, a condecoração da Ordem das Artes e das Letras corresponde a uma das mais altas distinções honoríficas da República Francesa e homenageia personalidades que se destacaram pela sua contribuição na difusão da cultura em França.
Entre os portugueses que já receberam esta condecoração estão os escritores Lídia Jorge e António Lobo Antunes, a fadista Mariza, o comendador Joe Berardo, o ensaísta Eduardo Lourenço, o editor Manuel Alberto Valente, o coreógrafo e bailarino Rui Horta, a actriz Leonor Silveira, o jornalista Carlos Pinto Coelho e o encenador Joaquim Benite.
Dulce Maria Cardoso, que em 2009 recebeu o Prémio Europeu de Literatura pelo romance “Os Meus Sentimentos”, é autora do livro de contos “Até Nós” e do romance “O Chão dos Pardais” publicado em Portugal em 2009. Em 2011 publicou “O retorno”, sobre a experiência dos retornados, da descolonização de Angola (de onde saiu na infância, via Ponte Aérea), do fim do Império e das suas consequências no Portugal contemporâneo. O romance foi considerado pela crítica como o melhor do ano e venceu ainda o prémio especial da crítica nos Prémios LER/Booktailors 2011.
A escritora nasceu em Trás-os-Montes em 1964, passou a infância em Angola e vive agoraem Lisboa. Formou-se na Faculdade de Direito de Lisboa e o seu primeiro romance “Campo de Sangue” recebeu o Grande Prémio Acontece de Romance. [publico.pt]

 

 

 

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Quinta-feira, 28 de Junho de 2012
Estreias - cinema

Estreiam, hoje, os filmes: “Estrada de Palha” de Rodrigo Areias com Vítor Correia, Inês Mariana Moitas e Nuno Melo; “Agentes Secundários” de Phil Lord e Chris Miller com Jonah Hill, Channing Tatum e Brie Larson; “A Idade do Gelo 4: Deriva Continental” de Steve Martino e Mike Thurmeier com as vozes de  Queen Latifah, Denis Leary, John Leguizamo; “Mais Uma Noite de Merda Nesta Cidade da Treta” de Paul Weitz com Paul Dano, Robert De Niro, Julianne Moore; “O nome da discórdia” de Alexandre de La Patellière e Matthieu Delaporte com Patrick Bruel, Valérie Benguigui e Charles Berling.

 

“Estrada de Palha”

 

Sinopse:

Estrada de Palha" é uma espécie de "western" alentejano que decorre na primeira década do século XX. A história centra-se em Alberto, um emigrante que regressa à aldeia natal em busca de justiça e é confrontado com jogos de poder e corrupção. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Agentes Secundários”

 

Sinopse:

Morton Schmidt e Greg Jenko (Jonah Hill e Channing Tatum) eram, nos tempos de liceu, inimigos declarados: o primeiro era o típico marrão; o segundo, o engraçadinho da turma que gostava de ridicularizar os mais fracos. Quando, anos mais tarde, se encontram na academia de polícias, deixam para trás as divergências e acabam por se tornar companheiros de treino e de estudo. Apesar das grandes dificuldades a fazer a recruta, ambos acabam por conseguir terminá-la, mesmo sem grande reconhecimento ou mérito particular. Assim, acabam juntos como agentes secundários e enviados para a 21 Jump Street. A sua função é simples: dada a sua aparência jovem e imatura, são novamente matriculados no liceu onde tentarão controlar o tráfico de uma nova droga sintética que se está a vulgarizar entre os alunos. Para isso, vão ter de voltar a interiorizar o espírito adolescente e cumprir, com dignidade e distinção, a sua primeira missão.
Uma comédia realizada pela dupla Phil Lord e Chris Miller ("Chovem Almondegas") baseada na série televisiva em voga nos anos 1980, criada por Stephen J. Cannell e Patrick Hasburgh, com Johnny Deep como um dos protagonistas. [cinecartaz.publico.pt]

 

“A Idade do Gelo 4: Deriva Continental”

 

Sinopse:

Quando Scrat, o mais teimoso e persistente esquilo da História da Terra, desencadeia mais uma série de eventos cataclísmicos à escala planetária, Manny (voz de Ray Romano), Diego (Denis Leary) e Sid (John Leguizamo) são empurrados para mais uma perigosa aventura. Desta vez, à deriva numa ilha de gelo e separados do resto do clã, os três acabam capturados por um grupo de piratas mal-encarados decididos a impedir o seu regresso a casa. Pelo meio, Sid ainda encontrará os seus antepassados e Diego descobrirá o amor de Shira (Jennifer Lopes), uma linda tigre-dentes-de-sabre.
Realizado por Steve Martino e Mike Thurmeier, é o quarto episódio da divertida saga "Idade do Gelo", iniciada em 2002, por Chris Wedge e Carlos Saldanha. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Mais Uma Noite de Merda Nesta Cidade da Treta”

 

Sinopse:

Nick Flynn (Paul Dano) é um jovem escritor de vinte e poucos anos que cresceu atormentado com afastamento do pai e que ainda não ultrapassou o recente falecimento da mãe (Julianne Moore). Jonathan (Robert De Niro), o pai, é um megalómano que sempre se autoproclamou escritor e poeta, apenas comparado a Mark Twain ou J. D. Salinger. Nick era ainda uma criança quando o pai abandonou a família e acabou preso por burla qualificada. Hoje, a trabalhar numa associação de apoio aos sem-abrigo em Nova Iorque, o seu caminho acaba por cruzar-se com o de Jonathan que, pelas circunstâncias e modo de vida irrealista, acabou por se tornar num indigente. Aproveitando a oportunidade que a vida lhes proporcionou, os dois vão empenhar-se em reencontrar o elo quebrado há quase 20 anos.
Um filme dramático com argumento e realização de Paul Weitz ("Era Uma Vez Um Rapaz"), baseado em "Another Bullshit Night in Suck City", o livro de memórias de Nick Flynn. [cinecartaz.publico.pt]

 

“O nome da discórdia”

 

Sinopse:

Vincent é casado com Anna (Patrick Bruel, Judith El Zein) e, apesar de já ter passado os quarenta, está extasiado com a ideia de se tornar pai pela primeira vez. Certa noite, os dois são convidados para um jantar familiar em casa da irmã e cunhado de Vincent. Porém, quando o futuro pai é questionado sobre o nome escolhido para a criança, a sua resposta lança-os num autêntico caos familiar. Para piorar, a presença de Claude (Guillaume de Tonquedec), um amigo de longa data, é tudo menos apaziguadora...
Realizado por Alexandre deLa Patellière e Matthieu Delaporte, uma comédia familiar baseada numa peça de teatro da autoria de Delaporte. [cinecartaz.publico.pt]



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Quarta-feira, 27 de Junho de 2012
Na mesa dos poetas

Escapei de cem mil Mouros,
e nesta serra Somata
Üa só Moura me mata.

VOLTAS

Vede quem dará certeza
A sucessos da ventura!
Pois faz em mim a brandura
O que não fez a crueza:
É tal sua gentileza
Que, nesta serra Somata,
Ela é a que só mata.

Quem haverá que não moura
Por esta Moura que mouro,
Se nos seus cabelos d'ouro
O Sol se prende e se doura?
É rosada, alva, e loura.
Não sei se lhe chame ingrata,
Pois um seu cativo mata.

Certo que, se livre fora
Do cativeiro em que vivo,
A me querer por cativo,
Não quisera outra senhora.
Com me matar me namora,
E quando melhor me trata,
Então de todo me mata.

 

Diogo Bernardes

 

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Terça-feira, 26 de Junho de 2012
Sugestão de leituras

 

Título: Apaixonados

Autora e ilustradora: Rébecca Dautremer

Editora: Editora Educação Nacional

Sinopse:

Um maravilhoso livro escrito e ilustrado por Rébecca Dautremer.
Ernesto está apaixonado pela Salomé, mas não sabe como dizer-lhe. Todos querem dar a sua opinião. Apaixonar-se é...
Um livro fascinante para entrar nos mistérios e segredos do amor.

 

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Segunda-feira, 25 de Junho de 2012
Músico da semana: Roxy music

 

O Roxy Music é uma banda de art rock do Reino Unido fundada em Londres no início dos anos 1970 por Bryan Ferry (vocal e teclado), graduado da escola de arte. Manteve-se até 1983, e reuniu-se para uma turnê em 2001, posteriormente anunciando que um novo álbum seria gravado em 2005-2006. [ler mais] 

 

 

O primeiro álbum da banda que revelou Bryan ferry e Brian Eno foi editado a 16 de junho de1972. Aassinalar a efeméride uma caixa com a obra do grupo será editada em agosto.

O álbum de estreia dos Roxy Music chegou às lojas de discos a 16 de junho de 1972. O disco é hoje reconhecido como um dos mais marcantes e influentes episódios nascidos da cultura pop/rock nos anos 70 e, pelo som e imagem da banda, representa um dos paradigmas do movimento 'glam rock' (que na época teve ainda importantes contribuições através de nomes como os de David Bowie ou os T-Rex, liderados por Marc Bolan).

Com o título 'Roxy Music' e várias citações ao universo do cinema, o disco juntava uma visão pop ao trabalho dos emergentes sintetizadores (a cargo de Brian Eno, que integrava então a formação do grupo), revelando uma face experimental que cativou atenções, conciliando uma clara intenção artístística com o entusiasmo do mercado (ao ponto de levar o disco ao top 10 britânico).

O disco não foi acompanhado por quaisquer singles, mas incluiu canções como Re-Make/Re-Model, Ladytron ou 2 H.B., estas duas últimas tendo conhecido mais tarde versões na banda sonora do filme 'Velvet Goldmine', de Todd Haynes. 'Roxy Music' foi gravado em apenas uma semana, com produção a cargo de Peter Sinfeld (dos King Crimson) e ainda sem um contrato assinado com uma editora. Além do seu som muito característico - que leva hoje muitos a definir a banda como um exemplo de 'art rock' - o disco revelou ainda na capa (onde surge uma imagem da modelo Kari-Ann Muller, que pouco depois casaria com o irmão de Mick Jagger) uma linguagem que se afirmaria recorrente em futuros lançamentos dos Roxy Music.

A assinalar os 40 anos da estreia em disco do grupo, a 6 de agosto será editada uma caixa com a integral da sua discografia. [dn.pt]

 

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Sexta-feira, 22 de Junho de 2012
Autor da semana: Tahar Ben Jelloun

 

 

Tahar Ben Jelloun é um escritor e jornalista franco-marroquino. Nasceu em 1944 em Fez e vive em Paris. Chegou a França em 1971 e começou a trabalhar para o Le Monde no ano seguinte. É colaborador regular do La Repubblica, Espresso, La Vanguardia e Aftonbladet e dá conferências sobre o racismo, o islão e a integração.

Tahar Ben Jelloun, é o escritor de língua francesa mais traduzido no mundo, e autor de umas quarenta obras (romances, ensaios, antologias de poemas), de entre as quais de destaca A Noite Sagrada (Bertrand, 1988), que recebeu, no original, o prestigiante prémio Goncourt, e O Racismo explicado aos jovens (Presença, 1998). [ler mais]

 

Tahar Ben Jelloun esteve, a 01 de Dezembro de 2007, com Bernard-Henri Lévy, Paul Rusesabagina e Carlos Amaral Dias, na biblioteca municipal, no Simpósio de Santa Maria da Feira: "Identidades: divercidade global"

 

 

O Primeiro Amor é Sempre o Último, de Tahar Ben Jelloun

 

De que falamos quando falamos de amor? - pergunta o título já célebre de uma celebrada recolha de contos do norte-americano Raymond Carver. A resposta deste outro livro de contos, vindo de um universo geográfico e literário totalmente diferente parece querer responder à pergunta de Carver com a certeza de que quando falamos de amor falamos inevitavelmente de equívocos. Conscientes ou inconscientes, voluntários ou fortuitos. O amor presta-se a todo o tipo de equívocos.

Tahar Ben Jelloun é tanto marroquino como francês. Nasceu em Fez mas fez-se escritor em Paris e em língua francesa. Já ganhou, de resto, o Prémio Goucourt e o seu nome já por diversas vezes apareceu na lista dos candidatos mais credíveis ao Nobel da literatura.

«O Primeiro Amor É Sempre o Último» é um conjunto de vinte e um contos, onde o tema - como o próprio título indica - é o amor. São tudo histórias - algumas delas muito curtas, breves fantasias, como em Vestidos Entreabertos, noutros casos um pouco mais desenvolvidas - tudo histórias centradas no relacionamento entre homens e mulheres.

E praticamente todas passadas em Marrocos. Como, por exemplo, a do taxista de Casablanca que, vendo uma jovem grávida em dificuldade, aceita levá-la para sua casa, onde vive com a mulher e três filhos. Chegados a casa de Slimane, o taxista, a grávida acusa-o, perante a família dele, de ser o pai da criança. O caso só se resolve com testes de paternidade. E é assim, para provar que a grávida mente, e para se justificar perante a mulher com quem é casado e que lhe deu três filhos, que Slimane descobre que é estéril. [tsf.pt]

 

 

Sinopse:

O Primeiro Amor é Sempre o Último foi editado em França em 1995. Inclui vinte e uma curtas narrativas, divertidas, sérias ou maliciosas inspirando- se tanto nas histórias das Mil e uma Noites como na existência quotidiana dos magrebinos. São histórias lendárias ou triviais que nos falam da dificuldade de comunicação entre o homem e a mulher árabes, da incompreensão, da solidão, do amor, da sexualidade, do prazer e da dor. Aqui encontramos duas mulheres que partilham o seu amor com Larbi, traficante de haxixe e amante inesgotável; Brahim, um encantador de serpentes que adquire uma intrigante víbora azul; Slimane, honesto taxista que acolhe um dia uma jovem grávida que transformará para sempre a sua vida; uma cantora marroquina, cuja voz lembra a de Oum Kalthoum, é raptada por um príncipe das arábias…

 

Títulos disponíveis na biblioteca municipal.



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Quinta-feira, 21 de Junho de 2012
Estreias - cinema

Estreiam, hoje, os filmes: “À fria luz do dia” de Mabrouk El Mechri com Henry Cavill, Verónica Echegui e Bruce Willis; “Corpo Celeste” de Alice Rohrwacher com Salvatore Cantalupo, Anita Caprioli e Renato Carpentieri; “Uma família com etiqueta” de Derrick Borte com David Duchovny, Demi Moore e Amber Heard; “Street dance 2” de Max Giwa e Dania Pasquini com George Sampson, Sofia Boutella e Falk Hentschel; “Uma bela orgia à moda antiga” de Alex Gregory e Peter Huyck com Jason Sudeikis, Leslie Bibb e Lake Bell; “LOL” de Lisa Azuelos  com Miley Cyrus, Ashley Greene e Demi Moore; “Diário Secreto de um Caçador de Vampiros” de Timur Bekmambetov com Benjamin Walker, Dominic Cooper e Anthony Mackie.

 

“À fria luz do dia”

 

Sinopse:

Will Shaw, apesar de contrariado, deixa os EUA e ruma a Espanha para se juntar à família, que o espera para umas férias num cruzeiro. Mais tarde, decidido a fazer um passeio solitário, Will descola-se à cidade. Quando regressa ao barco descobre-o vazio e com vestígios de sangue. Depois de recorrer à polícia, que se mostra pouco disponível em ajudar, é contactado por uma organização secreta que lhe explica que o seu pai é, na verdade, um agente da CIA e que tem em seu poder uma mala que eles exigem de volta. Metido numa conspiração para o qual não estava preparado, restam-lhe poucos dias para reaver a mala e, dessa forma, salvar a sua família.
Um filme de acção realizado por Mabrouk El Mechri que conta com a participação de Henry Cavill, Bruce Willis, Sigourney Weaver e Verónica Echegui. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Corpo Celeste”

 

Sinopse:

Marta (Yle Vianello) é uma menina de 13 anos que, depois de quase toda uma vida a viver na Suíça, regressa à pequena cidade onde nasceu, na região da Calábria, Itália. Ali, na companhia da mãe e da irmã mais velha, vai ter de encontrar o seu lugar na comunidade e redescobrir-se como ser humano. Mas este caminho revelar-se-á árduo pois naquele lugar tudo gira à volta da religião, que parece ter uma carga excessivamente dramática e moralista.
Escrito e realizado por Alice Rohrwacher, um filme sobre as enormes transformações da puberdade através do olhar de uma adolescente. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Uma família com etiqueta”

 

Sinopse:

Quando os Joneses se mudam para o novo bairro parecem a família perfeita: Steve (David Duchovny), Kate (Demi Moore), Mick (Ben Hollingsworth) e Jenn (Amber Heard) são bonitos, bem-educados e exalam autoconfiança. Tudo neles, na sua casa e no seu modo de vida parece sair de um catálogo de uma revista de moda, algo que faz nascer uma certa dose de inveja aos seus novos vizinhos e futuros amigos. Porém, inveja é exactamente o que eles desejam dos outros pois, por mais bizarro que pareça, eles não são propriamente uma família, mas sim funcionários da LifeImage, uma empresa de marketing com métodos ultra agressivos. A cada um deles cabe a função de usar produtos adequados ao seu género e faixa etária e, assim, incentivar o seu consumo. Porém, poucas semanas após a sua chegada ao bairro, apesar de se tornarem modelos para toda a vizinhança e casos de sucesso para a LifeImage, vão debater-se com uma série de problemas com os quais vão ter algumas dificuldades em lidar. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Street dance 2”

 

Sinopse:

Depois de derrotado e humilhado pelo grupo Invincible, Ash (Falk Hentschel), bailarino profissional, apenas anseia pelo momento em que possa provar o seu valor. Porém, ele sabe que para vencer o melhor grupo de dança de rua do mundo, terá de reunir os melhores dançarinos e criar a mais espectacular das coreografias. Para isso, ele vai percorrer várias cidades da Europa em busca do talento e da determinação necessária para um grupo absolutamente ímpar. E, depois de reunida a equipa, têm apenas seis semanas para arrasar com a concorrência. Mas a chegada de Eva (Sofia Boutella), uma bailarina exímia no estilo salsa, vai desestabilizar o grupo que desvaloriza o seu valor artístico...
Realizado por Max Giwa, Dania Pasquini, é a sequela do filme StreetDance 3D, estreado em 2010. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Uma bela orgia à moda antiga”

 

Sinopse:

Eric (Jason Sudeikis) apesar de há muito ter passado a barreira dos trinta, recusa-se a crescer. Habituado a uma vida desafogada, continua com os mesmos hábitos de adolescente e a fazer festas sem fim na casa de férias da família. Quando o pai lhe comunica que pôs a casa à venda, ele decide fazer a última, mais arrojada e original festa de sempre. Depois de ponderar no assunto, e tendo em consideração as centenas de eventos passados, chega a um tema escaldante e nunca experimentado: uma orgia à moda antiga.
Porém, as coisas vão complicar-se quando chega o momento de convencer os seus amigos mais íntimos a participar... [cinecartaz.publico.pt]

 

“LOL”

Sinopse:

Lola (Miley Cyrus) é uma adolescente a viver com Anne (Demi Moore), a sua mãe divorciada. Num mundo ligado pelo YouTube, Twitter e Facebook, ela e seus amigos atravessam o caos da puberdade e os seus inevitáveis dramas. Absolutamente deprimida devido ao rompimento com o namorado, a vida de Lola fica do avesso quando percebe que Kyle (Douglas Booth), o seu melhor amigo, pode ser o amor da sua vida e que a mãe, com quem tem tido uma relação cada vez mais tensa, se tornou ainda mais controladora.
Também realizado por Lisa Azuelos, este é o remake americano do filme francês LOL (Laughing Out Loud) ® que teve um êxito estrondoso em França em 2008 e que contou com as actrizes Sophie Marceau e Christa Theret como protagonistas. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Diário Secreto de um Caçador de Vampiros”

Sinopse:

Aos 11 anos, Abraham Lincoln (Benjamin Walker), futuro Presidente dos EUA, descobre que a sua mãe e avô foram vítimas de um ataque de vampiros. Nesse momento decide dedicar a sua vida a conhecê-los e exterminá-los. Mais tarde encontra Henry Sturges (Dominic Cooper), uma criatura das trevas que lhe mostra que nem todos os da sua espécie são seres temíveis ou se opõem aos humanos. Com o tempo, Henry torna-se seu mentor dedicado, treinando-o e munindo-o de todas as armas possíveis contra os seus inimigos. Mas quando o jovem Abraham se torna homem e se liga à política, descobre que os vampiros estão espalhados por todo o território americano e que se preparam para dominar o país criando a sua própria nação...
Realizado por Timur Bekmambetov ("Guardiões da Noite", "Procurado"), o filme baseia-se na biografia ficcionada de Abraham Lincoln escrita por Seth Grahame-Smith (que também assina o argumento), onde a História norte-americana se mistura com o fantástico, revelando um lado obscuro do 16.º Presidente dos EUA. [cinecartaz.publico.pt]



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Eduardo Palaio vence Prémio do Conto Camilo Castelo Branco

O livro “Caixa Baixa”, editado pela Colibri, valeu a Eduardo Palaio (n. Sintra, 1942) o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, instituído pela Associação Portuguesa de Escritores (APE) e patrocinado pela Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão.

O prémio foi decidido por unanimidade por um júri presidido por Fernando Miguel Bernardes e constituído por Domingos Lobo, Francisco Duarte Mangas e Serafina Martins, em reunião realizada na sede da APE, em Lisboa.
Eduardo Palaio, escritor e artista plástico, já tinha vencido com o mesmo livro, que reúne cinco contos históricos, o Prémio Nacional de Conto Manuel da Fonseca 2010, promovido pela Câmara Municipal de Santiago do Cacém. Palaio iniciou a sua actividade artística pelo desenho de humor, publicando trabalhos no “Mundo Ri”, sob a direcção de José Vilhena, e em 1966 expôs, pela primeira vez, trabalhos de desenho e pintura. Trabalha ainda como muralista e cartoonista, actividade que exerceu regularmente nos anos 1970-80; entre 1982 e 2000, apresentou nove exposições individuais de pintura e participou em várias colectivas. É autor de vários murais no concelho do Seixal.
Antes de “Caixa Baixa”, Eduardo Palaio publicou as obras “5 Séculos de Tipografia”, “Peregrinação de Artur Vilar”, “Botas, Buques e Bicicletas, Comer Fora, Faz Sentido”, “Pinta-o às Bolinhas Azuis” e “Uma História para os Meninos”.
O Prémio Camilo Castelo Branco tem o valor de 7500 euros, e vai ser-lhe entregue numa cerimónia em Famalicão, em data a anunciar.
Instituído em 1991, este prémio do conto destinado a autores portugueses ou africanos de língua portuguesa já distinguiu escritores como Mário de Carvalho, Maria Velho da Costa, Luísa Costa Gomes, José Jorge Letria, José Eduardo Agualusa, António Mega Ferreira, Teolinda Gersão, Urbano Tavares Rodrigues, Manuel Jorge Marmelo, Gonçalo M. Tavares e Ondjaki, entre outros. [publico.pt]

 

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Quarta-feira, 20 de Junho de 2012
Na mesa dos poetas

Alheio

Que vistes meus olhos
Neste bem, que vistes
Que vos vejo tristes?

Voltas

As vossas lembranças
Não vos dão tormentos,
Nem levam os ventos
Vossas esperanças.
Não sei que mudanças
Vós de novo vistes,
Que vos vejo tristes.
Que dor ou que medos
Causam vossa dor?
Lágrimas d'amor
Descobrem segredos.
Eu vos via ledos;
Vós não sei que vistes,
Que vos vejo tristes.

 

Diogo Bernardes

 

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Terça-feira, 19 de Junho de 2012
Sugestão de leituras

 

Título: Brincalendo

Autor: Maria do Céu Nogueira

Ilustrador: Esmeralda Duarte

Editora: Opera Omnia

Sinopse:

É um livro que traz para as histórias inventadas pela Autora personagens como Capuchinho Vermelho, Branca de Neve, o Coelhinho Branco, e muitos outros, num fabuloso exercício de intertextualidade. O livro inclui as histórias: Alhos com Bugalhos, Carochinha Preguiçosa, Gato Rufino - Tocador de Violino.

 

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Segunda-feira, 18 de Junho de 2012
Músico da semana: Caetano Veloso

 

Caetano Veloso nasceu em 7 de agosto de 1942em Santo Amaro, Bahia, como o quinto dos oito filhos de José Teles Velloso, Seu Zezinho, funcionário público dos Correios falecido em 13 de dezembro de 1983 aos 82 anos, e Claudionor Viana Teles Velloso, Dona Canô, nascida em 16 de setembro de 1907. Casaram-se em 7 de janeiro de 1931. Desde pequeno, mostrou imenso interesse em arte e pintura. [ler mais]

 

Toda a discografia de Caetano Veloso na Internet

 

O músico e compositor brasileiro Caetano Veloso lançou uma nova página na Internet, para comemorar os 70 anos que completa em agosto, com acesso gratuito a todas as músicas dos 47 álbuns da sua carreira.

A obra está disponível para audição gratuita em "streaming numa nova página do cantor. Também se pode fazer "download" das canções, pago, via iTunes.

A nova página de Caetano Veloso também possui fotos do arquivo pessoal do cantor, vídeos da sua carreira e um blogue, que é alimentado pela equipa de Veloso.

Até ao dia 7 de agosto, data do aniversário cantor, serão ainda lançados capítulos da sua videobiografia, feitos pela editora Universal Music e pela Natasha Produções.

No passado dia 8, Caetano Veloso também entrou para o Twitter, com o perfil @falacaetano, que é mantido pela sua equipa.

Caetano ficou conhecido no Brasil, na década de 1960, e fez parte do movimento do Tropicalismo, ao lado de nomes como Gilberto Gil e Gal Costa.

Entre as suas canções de sucesso estão "Leãozinho", "Você é linda" e "Você não me ensinou a te esquecer". [dn.pt]

 

 

 

 

 

Títulos disponíveis na biblioteca municipal.

 



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Sexta-feira, 15 de Junho de 2012
Autor da semana: Carlos Ruiz Záfon

Carlos Ruiz Zafón nasceu em Barcelona em 1964. Inicia a sua carreira literária em 1993 com El Príncipe de la Niebla (Prémio Edebé), a que se seguem El Palacio de la Medianoche, Las Luces de Septiembre (reunidos no volume La Trilogía de la Niebla) e Marina. Em 2001 publica A Sombra do Vento, que rapidamente se transforma num fenómeno literário internacional. Com O Jogo de Anjo (2008) regressa ao Cemitério dos Livros Esquecidos. As suas obras foram traduzidas em mais de quarenta línguas e conquistaram numerosos prémios e milhões de leitores nos cinco continentes. Actualmente, Carlos Ruiz Zafón reside em Los Angeles, onde trabalha nos seus romances, e colabora habitualmente com La Vanguardia e El País. [wook.pt]

[ler mais]

 

“O Prisioneiro do Céu” -  novo romance de Carlos Ruiz Zafón

 

Sinopse:

Barcelona, 1957. Daniel Sempere e o amigo Fermín, os heróis de A Sombra do Vento, regressam à aventura, para enfrentar o maior desafio das suas vidas. Quando tudo lhes começava a sorrir, uma inquietante personagem visita a livraria de Sempere e ameaça revelar um terrível segredo, enterrado há duas décadas na obscura memória da cidade. Ao conhecer a verdade, Daniel vai concluir que o seu destino o arrasta inexoravelmente a confrontar-se com a maior das sombras: a que está a crescer dentro de si.

Transbordante de intriga e de emoção, O Prisioneiro do Céu é um romance magistral, que o vai emocionar como da primeira vez, onde os fios de A Sombra do Vento e de O Jogo do Anjo convergem através do feitiço da literatura e nos conduzem ao enigma que se esconde no coração do Cemitério dos Livros Esquecidos.

O novo romance de Carlos Ruiz Zafón é uma verdadeira promessa de felicidade.

 

 

 

Títulos disponíveis na biblioteca municipal.

 

NOTA: Brevemente, estará disponível, na biblioteca municipal, o livro de Carlos Ruiz Zafón "O Prisioneiro do Céu".



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Quinta-feira, 14 de Junho de 2012
Estreias - cinema

Estreiam, hoje, os filmes: “O Cavalo de Turim” de Béla Tarr e Ágnes Hranitzky com János Derzsi, Erika Bók e Mihály Kormos; “Uma história de gangues” de Olivier Marchal com Gérard Lanvin, Tchéky Karyo e Daniel Duval; “Um homem com sorte” de Scott Hicks com Blythe Danner, Zac Efron e Taylor Schilling; “O que se espera enquanto se está à espera” de Kirk Jones com Cameron Diaz, Jennifer Lopez e Elizabeth Banks.

 

“O Cavalo de Turim”

 

Sinopse:

Turim, 3 de Janeiro de 1889. O filósofo Friedrich Nietzsche sai de casa. Ali perto um camponês luta com a teimosia do seu cavalo, que se recusa a obedecer. O homem perde a paciência e começa a chicotear o animal. Nietzsche aproxima-se e tenta impedir a brutalidade dos golpes com o seu próprio corpo. Naquele momento perde os sentidos e é levado para casa onde permanece em silêncio por dois dias. A partir daquele trágico evento Nietzsche nunca mais recuperará a razão, ficando aos cuidados da sua mãe e irmãs até ao dia da sua morte, a 25 de Agosto de 1900. Partindo deste evento, o filme tenta recriar o percurso do camponês, da sua filha, do velho cavalo doente e a sua existência miserável.
O filme, realizado pelo húngaro Béla Tarr ("Sátántangó", "Perdição", "O Homem de Londres"), foi o vencedor do Urso de Prata - Grande Prémio do Júri no Festival de Berlim em 2011 e é, segundo as palavras do realizador, o filme que encerra a sua carreira. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Uma história de gangues”

 

Sinopse:

Momom e Serge (Gérard Lanvin e ky Karyo) viveram a mesma infância miserável num acampamento cigano. Com o tempo, ambos foram arrastados para a criminalidade, acabando por entrar no Gang des Lyonnais, um grupo de crime organizado que actuava na zona de Lyon. Porém, após uma rusga policial, perdem o rasto um do outro. Hoje, Momom tem 60 anos e chama-se Edmond Vidal. A sua vida seguiu um novo rumo: casou, teve filhos e netos e já nada o liga àquele passado distante. Um dia alguém o vem procurar com a notícia de que Serge, o grande amigo da sua vida, foi preso. E apenas ele o poderá ajudar...
Realizado pelo francês Olivier Marchal ("Olivier Marchal", "36 Anti-Corrupção"), "Uma História de Gangues" baseia-se no livro autobiográfico de Edmond Vidal onde este descreve a sua experiência de juventude no Gang des Lyonnais. [cinecartaz.publico.pt]

 

“Um homem com sorte”

 

Sinopse:

Logan Thibault é um jovem sargento da Marinha norte-americana que regressa a casa após um incidente que e quase lhe roubava a própria vida. Consigo traz um terrível "complexo de sobrevivente" e a fotografia de uma desconhecida. No Iraque, durante os ataques em que os seus companheiros foram mortos, compelido a apanhar uma fotografia, afasta-se dos companheiros, salvando-se. A partir daquele momento, considerando que a mulher fotografada é o seu anjo da guarda, Logan toma uma decisão, mesmo que tenha de percorrer o mundo: encontrar aquela mulher, agradecer-lhe e, de algum modo, retribuir a dávida.
Uma história dramática realizada por Scott Hicks que se inspira na novela homónima de Nicholas Sparks. [cinecartaz.publico.pt]

 

“O que se espera enquanto se está à espera”

 

Sinopse:

Um filme sobre as alegrias (e amarguras) da gravidez e maternidade. Entrecruzando as histórias de cinco casais a viver o momento mais crucial das suas vidas, desconstroem-se mitos, reformulam-se teorias e avalia-se a maneira como cada um lida com os "prós" e os "contras" da sua nova condição.
Realizado por Kirk Jones ("Estão Todos Bem") e com a participação dos actores Cameron Diaz, Jennifer Lopez, Elizabeth Banks, Anna Kendrick, Rodrigo Santoro, Matthew Morrison, Dennis Quaid e Chris Rock, o filme tem como argumento o guia de gravidez e parto que se tornou num best-seller nos EUA, "What to Expect When You're Expecting", escrito por Heidi Murkoff e Sharon Mazel e publicado em 1984.[cinecartaz.publico.pt]



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Quarta-feira, 13 de Junho de 2012
Luís Filipe Castro Mendes distinguido com o Prémio António Quadros

 

O poeta e ficcionista Luís Filipe Castro Mendes foi distinguido com o Prémio António Quadros, atribuído pela Fundação com o mesmo nome, anunciou esta terça-feira aquela instituição.

O júri, constituído por José Carlos Seabra Pereira, que presidiu, António Cândido Franco, Fernando J.B. Martinho, Nuno Júdice e Pedro Mexia, distinguiu o autor pelo livro “Lendas da Índia”, editado em Junho do ano passado pelas Publicações D. Quixote.
O prémio é uma escultura em madeira e bronze criada propositadamente por Cristina Rocha Leiria e será “entregue provavelmente em Outubro”, disse à Lusa Mafalda Ferro, que dirige a Fundação.
Segundo o júri, a obra inscreve-se “no horizonte de um diálogo de culturas, com aspectos relevantes do pensamento universalista e da abertura de espírito do patrono deste Prémio, dando prossecução a um trajecto literário de grande qualidade estética”, divulgou a Fundação.
Em ata, o júri considera que o livro “Lendas da Índia” versa sobre a identidade “sem complexos históricos com o passado dos Descobrimentos”.
Luís Filipe Castro Mendes, 62 anos, é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, tendo-se estreado literariamente em 1983, com o livro de poesia “Recados”. No ano seguinte publicou a obra de ficção “Areias Escuras”, à qual sucedeu “Seis Elegias e Outros Poemas”, galardoado com o Prémio da Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto.
Publicou ainda “Ilha dos Mortos” (1991), “Viagem de Inverno” (1993), “O Jogo de Fazer Versos” (1994), “Modos de Música” (1996), “Outras Canções” (1998), “Poesia Reunida (1985-1999)” e “Os Dias Inventados” (2001).
O Prémio António Quadros foi criado com o objectivo de evocar a obra e o pensamento de António Quadros (1923-1993) e “distinguir, encorajar e divulgar o pensamento português nas suas múltiplas expressões e géneros, tarefa a que o pensador dedicou grande parte da sua actividade intelectual”, segundo a instituição.

Luís Filipe Castro Mendes sucede a Afonso Rocha, que no ano passado recebeu o Prémio pelo seu ensaio “Natureza, Razão e Mistério Para Uma Leitura Comparada de Sampaio”. [publico.pt]

 

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Na mesa dos poetas

As plantas rindo estão, estão vestidas
De verde variado de mil cores;
Cantam tarde e manhã os seus amores
As aves, que d'Amor andam vencidas.

As neves, já nos montes derretidas,
Regam nos baixos vales novas flores;
Alegram as cantigas dos pastores
As Ninfas pelos bosques escondidas.

O tempo, que nas cousas pode tanto,
A graça, que por ele a terra perde,
Lhe torna com mais graça e fermosura.

Só pera mim nem flor nem erva verde,
Nem água clara tem, nem doce canto,
Que tudo falta a quem falta ventura.

 

Diogo Bernardes

 

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Terça-feira, 12 de Junho de 2012
Sugestão de leituras

 

Título: Um Chá Não Toma um Xá...

Autor: Sérgio Guimarães de Sousa

Ilustradora: Ângela Vieira

Editora: Opera Omnia

Sinopse: Um Chá Não Toma Um Xá... é a história de Bahabur, um simpático Xá, que vive num palácio com uma cozinheira mandona, a Isolda, um criado meio medroso, o Malaquias, e dois divertidos esquilos. Bahabur confronta-se com um problema sério: perdeu um belíssimo e precioso botão de punho em forma de caravela, que um amigo árabe, o Xeque Ben Aicha, em tempos lhe oferecera.
À medida que procura o botão de punho, sucedem-se jogos de linguagem entre palavras homófonas e homógrafas.
Neste sentido, a leitura deste engraçado livro ajuda as crianças a diferenciarem o sentido de vocábulos semelhantes do ponto de vista gráfico e/ou fónico. Um Chá Não Toma Um Xá... é assim um excelente material para ensinar a evitar usos incorrectos do português.

 

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Segunda-feira, 11 de Junho de 2012
Músico da semana: Gotye

 

Wouter De Backer (Bruxelas, Bélgica, 21 de maio de 1980), conhecido profissionalmente como Gotye, é um multi-instrumentista, compositor e cantor belga-australiano.

Gotye já lançou três álbuns de gravadora independente e um álbum de remixes de faixas de seus dois primeiros trabalhos.

[ler mais]

 


 

 

 

Gotye estreia-se em Portugal no Campo Pequeno

 

O músico australiano, de origem belga, Gotye, autor do êxito “Somebody That I Used to Know”, vai actuar pela primeira vez em Portugal no dia 17 de Novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa.

Wouter De Backer, nome de baptismo de Gotye, editou o primeiro longa-duração, "Boardface", em 2003, que lhe valeu um culto imediato na Austrália. Com o segundo disco, "Like Drawing Blood" (2006), confirmou o estatuto e arrecadou o primeiro disco de platina. No entanto foi com "Making Mirrors" (2011) que Gotye alcançou fama internacional.
O sucesso do terceiro disco ficou, em grande parte, a dever-se ao single "Somebody That I Used to Know". Com participação da neozelandesa Kimbra, o single tornou-se numa das músicas com mais rotação nas rádios de todo o mundo, tendo vendido mais de sete milhões de cópias digitais um pouco por todo o mundo.
A primeira parte do concerto fica a cargo do australiano Jonti.
Os bilhetes estão à venda a partir de 1 de Junho, e o preço varia entre os 25 e os 39 euros. [publico.pt]

 

 

 

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Sábado, 9 de Junho de 2012
"Um amor de juventude" na biblioteca municipal

 

No âmbito da programação do Cineclube da Feira será exibido, na biblioteca municipal, a 10 de Junho, pelas 21h45, o filme “Um amor de juventude” de Mia Hansen-Løve.



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Sexta-feira, 8 de Junho de 2012
Autor da semana: Philip Roth

 

Philip Milton Roth (Newark, Nova Jersey, 19 de março de 1933) é um romancista norte-americano de origem judaica, considerado um dos maiores escritores norte-americanos da segunda metade do século XX. É conhecido sobretudo pelos romances, embora também tenha escrito contos e ensaios.

Entre as suas obras mais conhecidas encontra-se a colecção de contos «Goodbye, Columbus», de 1959, a novela «O complexo de Portnoy» (1969), e a sua trilogia americana, publicada na década de 1990, composta pelas novelas «Pastoral Americana» (1997), «Casei com um comunista» (1998) e «A Mancha humana» (2000). [ler mais]

 

Philip Roth vence Prémio Príncipe das Astúrias

 

Aos 79 anos, o escritor norte-americano Philip Roth recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias, com elogios à sua "escrita fluída e incisiva".

O escritor norte-americano Philip Roth foi hoje agraciado com o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras 2012, derrotando, na última fase de votações, o outro finalista, o japonês Haruki Murakami.

O júri, reunido hoje em Oviedo, Espanha, decidiu por maioria atribuir o galardão a Philip Roth, por considerar que a obra literária do escritor faz parte do "grande romance norte-americano", seguindo a tradição de John Dos Passos, Scott Fitzgerald, Ernest Hemingway, Saul Bellow ou William Faulkner.

Através de uma "escrita fluída e incisiva", o escritor revela uma "complexa visão da realidade, que se debate entre a razão e o sentimento, como sinal dos tempos e do desassossego do presente", refere a ata do júri.

Eterno candidato ao Prémio Nobel da Literatura

Philip Roth, natural de Newark, Nova Jérsia (1933), é considerado um dos melhores escritores norte-americanos dos últimos 25 anos, tendo sido proposto várias vezes para o Prémio Nobel da Literatura.

Em 1998, obteve o Pulitzer com o romance "Pastoral Americana" e tem uma obra que reflete a sua curiosidade pela identidade pessoal, cultural e étnica e pela criação artística.

Em 2011, foi distinguido com o "Man Booker International Prize" para ficção, pelo conjunto da sua obra literária.

A obra de Philip Roth é publicada em Portugal, sobretudo pela D. Quixote, e inclui títulos como "Pastoral Americana", "Casei com um comunista", "O complexo de Portnoy", "A mancha humana", "O fantasma sai de cena", "Todo-o-mundo", "A conspiração contra a América", "Património", "Humilhação" e "Nemésis".

"Tricky Dick" ("Our Gang, Starring Tricky Dick And His Friends"), uma sátira sobre os anos de Richard Nixon na Casa Branca, foi um dos primeiros títulos do escritor em português, editado após o 25 de Abril, em 1975.

António Lobo Antunes era um dos candidatos

De acordo com a agência EFE, este ano existiam 24 candidatos ao prémio, no valor de 50 mil euros, entre os quais o escritor português António Lobo Antunes, a canadiana Alice Murno, o norte-americano Jonathan Frazen e o irlandês John Banville.

Também foram apresentadas propostas para atribuição do prémio ao colombiano Gabriel García Márquez e ao sul-africano J.M. Coetzee, mas com poucas hipóteses de escolha, por terem já sido distinguidos com o Nobel da Literatura, refere a agência noticiosa.

Philip Roth é o quarto escritor norte-americano a receber o Prémio Príncipe das Astúrias das Artes, depois de Arthur Miller (2002), Susan Sontag (2003) e Paul Auster (2006).

No ano passado, o galardão foi atribuído ao escritor e músico canadiano Leonard Cohen. [expresso.pt]

 

 

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Quarta-feira, 6 de Junho de 2012
Philip Roth distinguido com o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras

 

O Prémio Príncipe das Astúrias das Letras foi entregue este ano ao escritor Philip Roth, um dos mais influentes escritores vivos e um dos nomes mais sonantes da literatura norte-americana da segunda metade do século XX.

O Júri do Prémio Príncipe de Astúrias das Letras 2012 reunido, em Oviedo, decidiu por maioria conceder o Prémio Príncipe de Astúrias das Letras 2012 ao escritor Philip Roth. Na acta, o júri explica que a obra narrativa de Philip Roth "faz parte da grande novelística norte-americana, na tradição de Dos Passos, Scott Fitzgerald, Hemingway, Faulkner, Bellow ou Malamud. Personagens, factos e argumentos compõem uma complexa visão da realidade contemporânea que se debate entre a razão e os sentimentos, como o signo dos tempos e o desassossego do presente. Possui uma qualidade literária que se reflecte numa escrita fluida e incisiva".
De origem judaica, Roth - nascido em Newark em 1933 - é autor de títulos como “O Complexo de Portnoy”, “Pastoral Americana”, “Casei Com um Comunista”, “A Mancha Humana” e “Nemesis”.
Desde que publicou, em 1959, o seu livro “Adeus Colombo” - um livro de relatos sobre a
vida dos judeus nos Estados Unidos-, Roth recebeu todos os prémios mais importantes dentro e fora dos EUA: o National Book Critics Circle Award (1987 e 1992), o Faulkner Award (1993 e 2000) e o National Book Award (1960 e 1995). Em 1997, recebeu o Pulitzer pela obra "Pastoral Americana".
Obteve ainda os prémios Karel Capek (1994) e Franz Kafka (2001), da República Checa. Entre os últimos galardões recebidos destacam-se o Prémio Médicis para o melhor romance estrangeiro (França, 2002), o Prémio Sidewise para histórias alternativas (Reino Unido, 2005) e o Prémio Nabokov (E.U.A., 2006).
Em 2007 foi distinguido com o PEN/Faulkner Award for Fiction, por "Todo-o-mundo" , e o PEN/Bellow Award. Possui a Medalha de Honra do Clube Nacional de Artes (E.U.A., 1991), a Medalha Nacional das Artes (E.U.A., 1998), a Medalha de Ouro da Academia Americana das Artes e das Letras (2001) e a Medalha da National Book Foundation (2002), pela sua contribuição para as letras americanas. Roth foi galardoado, em 2011, com o Man Booker International Prize.
Philip Roth é também o único escritor vivo cuja obra está a ser editada na sua totalidade pela The Library of America. Estudou nas universidades de Bucknell e Chicago, onde obteve a sua pós-graduação em Letras, e trabalhou como professor de Literatura Inglesa. Mais tarde, em Iowa e Princeton, deu cursos de escrita criativa e foi professor de Literatura Comparada na Universidade de Pensilvânia. Em 1992 abandonou o ensino para se dedicar inteiramente à literatura. É considerado como o escritor mais representativo da chamada Escola Judaica do romance norte-americano.
Na sua vasta obra tem explorado temas como a Grande Depressão, a II Guerra Mundial e o Macartismo. Após a publicação do seu livro “O Complexo de Portnoy” (1969) - escrito sob a forma de autobiografia e que relata a vida sexual de Alexander Portnoy através dum monólogo no divã do seu psiquiatra - converteu-se numa referência imprescindível no panorama literário universal, indica o “El País”. Nathan Zuckerman e David Kepesh são dois alter-egos literários de Roth, um autor que é eterno candidato ao Nobel da Literatura e tem na escrita a sua única razão de existir.
"Não sinto nenhuma dependência em relação aos meus leitores. Esse é o trabalho deles. E não leio o que é escrito sobre mim, tento evitar tudo isso. E pode-se evitar cerca de 80 por cento. Depois há sempre um amigo que envia alguma coisa por email, mas não estou interessado nisso. Todos têm opiniões e todos temos de viver com elas. Há sempre artilharia pesada que é lançada sobre ti. Mas os teus amigos sabem quem és, e tua família sabe quem és. Nada mais importa. Mas é claro que não é fácil. Não é para mim e não imagino que seja para alguém. Muitas profissões são um peso, esta é uma delas. É um peso que exige muito compromisso. Esgota-nos, atira-nos abaixo", disse numa entrevista que deu ao Ípsilon em Abril de 2011. [publico.pt]



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Ray Bradbury: 1920 - 2012

 

Aos 91 anos desapareceu dos grandes autores de literatura de ficção científica, com obra que não se esgotava neste género.

Autor de títulos fulcrais da história da literatura de ficção científica, como Farenheit 451 ou As Crónicas Marcianas, o escritor norte-americano Ray Bradbury morreu hoje. Tinha 91 anos. A sua obra conheceu variadas descendências, vários dos seus textos tendo sido adaptados para cinema e televisão. Entre os exemplos mais notáveis contam-se a visão que François Truffaut criou para Farenheit 451 em 1966 ou Something Wicked This Way Comes, em adaptação assinada por Jack Clayton em 1983. Bradbury assinou também argumentos, como sucedeu na adaptação do clássico Moby Dick por Johnjh Houston, em 1953. Mais frequente foi contudo a sua relação com o pequeno ecrã, textos seus tendo sido adaptados para episódios de séries como Twilight Zone ou Alfred Hitchcock Presents. [dn.pt]

 

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Na mesa dos poetas

Diogo Bernardes     

[Ponte da Barca 1520-1605

 poeta clássico contemporâneo e  de Sá de Miranda e António Ferreira]

 

 

Onde porei meus oihos que não veja
A causa, donde nasce meu tormento?
A que parte irei co pensamento
Que pera descansar parte me seja?

já sei como s'engana quem deseja,
Em vão amor firme contentamento,
De que, nos gostos seus, que são de vento,
Sempre falta seu bem, seu mal sobeja.

Mas inda, sobre claro desengano,
Assim me traz est'alma sogigada,
Que dele está pendendo o meu desejo;

E vou de dia em dia, de ano em ano,
Após um não sei quê, após um nada,
Que, quanto mais me chego, menos vejo.

 

Diogo Bernardes

 

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Terça-feira, 5 de Junho de 2012
Sugestão de leituras

 

Título: Esqueci-me como se chama

Autor: Daniil Harms

Ilustrador: Gonçalo Viana

Editora: Bruaá

Sinopse:

Histórias e poemas humorísticos, sempre dominados por uma visão absurda, subversiva e carnavalesca do quotidiano, onde ficamos a conhecer a Lenotchka, que frustra todas as tentativas do seu amigo Igor para escrever uma história, porque, segundo ela, todas as histórias por ele imaginadas já foram escritas. Assistimos a um hilariante diálogo sobre uma visita a um jardim zoológico e a uma corrida que alguns animais fazem para descobrir quem será o mais rápido. Conhecemos o Vova, personagem que parece estar condenado a beber eternamente óleo de peixe. Tentamos descobrir como gritam os ouriços e como é possível alguém não conseguir dizer gaulinha, quer dizer, gaulinhalinha, ou seja, galinhalenha... Ficamos a saber como contrariar a teimosia de um burro.
Enfim, um conjunto de histórias e poemas que são uma boa amostra da produção para a infância de Harms, onde, como poucos, consegue captar o dia-a-dia, as brincadeiras e comportamentos infantis, juntando-lhes fantasia e absurdo quanto baste.

 

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Segunda-feira, 4 de Junho de 2012
Músico da semana: Bob Dylan

 

Robert Allen Zimmerman, mais conhecido como Bob Dylan, (Duluth, 24 de maio de 1941) é um cantor e compositor norte-americano.

Nascido no estado de Minnesota, neto de imigrantes judeus russos, aos dez anos de idade Dylan escreveu seus primeiros poemas e, ainda adolescente, aprendeu piano e guitarra sozinho. [ler mais]

 

 

 

Bob Dylan recebe medalha de Barack Obama

 

Bob Dylan recebeu a Medalha da Liberdade das mãos do presidente norte-americano, Barack Obama, numa cerimónia realizada esta terça-feira na Casa Branca.
Obama confessou ser «um grande fã» do músico de 71 anos, não lhe poupando elogios. «Não existe um gigante maior na história da música norte-americana», disse o presidente dos EUA.
«Aos 23 anos de idade, a voz do Bob, com o seu peso e rouquidão únicos, estava a redefinir não só a sonoridade da música, mas também a mensagem que transportava e como isso afetava as pessoas», acrescentou, citado pela imprensa norte-americana.
«Hoje em dia, toda a gente, desde o Bruce Springsteen aos U2, deve muito ao Bob.»
Nascido Robert Allen Zimmerman a 24 de maio de 1941 em Duluth, no Minnesota, o músico adotou o seu nome artístico influenciado pelo poeta Dylan Thomas. Bob Dylan acabaria também ele por tornar-se num artista que deu tanta importância à letra das canções como à sua música.
Na década de 1960, temas como «Blowin' In The Wind» e «The Times They Are a-Changin'» tornaram-se verdadeiros hinos contra a guerra no Vietname e a favor dos direitos civis nos EUA.
A passagem do registo folk acústico para a eletricidade do rock, apesar de controversa, acabou por continuar a influenciar os mais variados artistas da época, entre eles os Beatles, recorda a BBC News.
«Todos estes anos depois, ele continua a perseguir aquele som, continua a procurar a verdade», elogiou Obama.
Bob Dylan foi uma das 13 personalidades distinguidas pelo presidente norte-americano com a Medalha da Liberdade, o mais alto reconhecimento a um civil nos EUA. [iol.musica.pt]

 

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Sábado, 2 de Junho de 2012
"Os Inquilinos" na biblioteca municipal
No âmbito da programação do Cineclube da Feira será exibido, na biblioteca municipal, a 03 de junho, pelas 21h45, o filme vencedor do 14º Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira 2010, "Os Inquilinos" de Sérgio Bianchi. 



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Sexta-feira, 1 de Junho de 2012
Autor da semana: Fernando Guimarães

Poeta, ensaísta e tradutor português, Fernando Guimarães nasceu a 3 de fevereiro de 1928, no Porto. Licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas na Universidade de Coimbra, exerceu funções de docência no ensino secundário e de investigação no ensino superior. Assegurou colaboração crítica em jornais e revistas - como Árvore, Bandarra e Estrada Larga (onde publicou Poesia e Formalismo), entre outras - , sendo considerado, pelas suas obras ensaísticas e de teorização sobre as poéticas finisseculares, modernista, de vanguarda, presencista, neorrealista e do fim da modernidade, um dos mais especializados críticos de poesia da atualidade. [ler mais]

 

 

Homenagem a Fernando Guimarães no Porto

 

A programação da 82.ª edição da Feira do Livro do Porto, que arranca na quinta-feira e decorre até 17 de junho, inclui concertos, conversas entre escritores e leitores e a homenagem ao poeta e ensaísta portuense Fernando Guimarães.

Os leitores que visitem a 82.ª edição da Feira do Livro do Porto, que decorre novamente na Avenida dos Aliados, poderão estar à conversa com muitos escritores, entre eles Manuel António Pina, Gonçalo M. Tavares e Manuel Jorge Marmelo, sendo o ponto de encontro o auditório da APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), instituição que organiza o evento.

O Clube Português de Cinematografia e o Cineclube do Porto apresentam três filmes, com a presença dos respetivos realizadores, sendo ainda celebrado o 90.º aniversário da escritora Agustina Bessa Luís.

"Vamos ter música quase todos os dias", assegura à Agência Lusa o diretor da Feira do Livro do Porto, Avelino Tavares, falando da parceria com a associação de estudantes da Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), que oferece oito sessões musicais ao longo dos 18 dias do evento.

Sobre a homenagem ao poeta Fernando Guimarães, Avelino Soares justifica que aquele "é um homem do Porto" e que esse tem sido sempre o critério "usado e que será para manter". […] [dn.pt]

 

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